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VI Desafio Intermodal de Curitiba

Dando início às atividades do mês da bicicleta 2012:

Cerca de 40 participantes sairão do Centro Politécnico, às 18 horas, utilizando carro, ônibus, bicicleta e também fazendo o trajeto a pé. O campus central da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) será um ponto de controle. E a chegada é em frente ao Prédio Histórico da UFPR, na Praça Santos Andrade.

Viajar com bicicleta no ônibus vai ser legalizado?

Ainda no clima do cicloturismo, uma notícia para os viajantes. Na sexta-feira retrasada, o projeto de Lei PL-6824/2010 que regulamenta o transporte de bicicleta em viagens de ônibus  foi submetida a votação na Câmara dos Deputados.

A seguir o voto do relator:

A proposição em pauta equaciona devidamente o transporte de bicicletas em ônibus que realizam viagens interestaduais e internacionais. Em primeiro lugar, porque passa a equiparar uma bicicleta a uma bagagem pessoal do passageiro. Em segundo lugar, para não sobrecarregar a transportadora, limitando o embarque de apenas uma bicicleta por passageiro, sem a necessidade de apresentação de nota fiscal.

Desse modo, a bicicleta a embarcar passa a ser considerada como um objeto de uso pessoal indispensável, seja para o deslocamento diário ao trabalho, seja para a prática desportiva ou de lazer.

Essas determinações são oportunas na medida em que o uso da bicicleta é hoje estimulado como um meio de se alcançar a mobilidade e a acessibilidade urbana, de forma a se reduzir a utilização pessoal e veículos automotores, que causam danos ao meio ambiente.

Abrindo uma nova perspectiva para facilitar o emprego da bicicleta em viagens de trabalho, turísticas ou para a participação em competições desportivas, sem ônus para os interessados ou para os transportadores, a proposição sob análise também coopera com a mplantação dos conceitos e princípios que promovem a mobilidade urbana política e ambientalmente correta.

Por todos esses aspectos, somos pela aprovação do PL nº 6.824, de 2010.

Mesmo com a aprovação, o projeto de lei ainda precisa passar por mais algumas etapas antes de entrar em vigência. Quem quiser pode acompanhar os trâmites.

TCC sobre bicicleta

O título do trabalho de Nelson Neto  que está se formando em História é:

HISTÓRIA E CICLISMO
A FUNÇÃO SOCIAL DA BICICLETA COMO MEIO DE TRANSPORTE NA CIDADE DE FOZ DO IGUAÇU / PR

Quem tiver interesse em saber mais sobre o trabalho pode entrar em contato com o autor no email: nelsonhistoriador at hotmail com ou acompanhar suas novas empreitadas pelo blog Cicloturismo Selvagem.

Entrevista

Criada maior Zona 30 do mundo

do blog português Menos um carro.


Esta notícia tinha ficado perdida para meter numa nota de rodapé, mas pensando bem merece mais destaque.

Em 1983, Buxtehude foi a primeira cidade do mundo a ter uma zona 30, um bairro onde todos têm que circular a menos 30 km/h. Em 1992, Graz fez dos 30km/h a regra e dos 50km/h a exceção. Em Londres estima-se que isto tenha reduzido os acidentes rodoviários em mais de 40%.

Há dois meses Bruxelas criou a maior Zona 30 do mundo, 4,6km2. E não foi num local qualquer, foi todo o centro de Bruxelas. A página da iniciativa explica porquê:

  1. Mais segurança, num atropelamento a probabilidade de morte, cai de 45% para 5%.
  2. Distância de travagem passa para metade, de 26m para 13m.
  3. Mais convivialidade, circulação zen, uma cidade mais humana.
  4. Melhor coabitação entre os utilizadores, a este velocidade todos se apercebem dos outros, integrando as bicicletas com os automóveis e protegendo crianças e idosos.
  5. Menos poluição.
  6. Maior fluidez, especialmente nos cruzamentos.
  7. Menos ruído.
  8. Menos trânsito pelo efeito dissuasivo.

Bebês não precisam de carros

Blog desativado, novo endereço:

http://transportehumano.com.br/2010/11/18/bebes-nao-precisam-de-carros/

Resultado do IV Desafio Intermodal de Curitiba

Como havia sido divulgado aqui no GTH e também na Gazeta do Povo, hoje foi realizado mais um desafio em Curitiba. Neste ano, foram incluídos mais participantes em cada categoria para se ter uma melhor amostra.

Momentos antes da saída

Momentos antes da saída

Largada

Largada

Veja a seguir a lista de participantes com seus respectivos tempos:

Pedestre
Masculino 1 1:21:34
Masculino 2 1:09:39
Feminino 1 1:12:15
Feminino 2 1:12:08
Corredor
Masculino 1 43:59
Feminino 1 49:01
Ciclista
Masculino 1 37:20
Masculino 2 (sênior) 38:55
Masculino 3 (atleta) 28:39
Masculino 4 28:50
Feminino 1 40:47
Feminino 2 59:12
Motociclista
Masculino 1 32:36
Masculino 2 37:58
Masculino 3 32:22
Motorista
Masculino 1 1:03:02
Feminino 1 43:30
Feminino 2 54:25
Van
Masculino 1 56:44
Ônibus
Masculino 1 54:04
Masculino 2 1:08:20
Feminino 1 1:08:20
Cadeirante
Masculino 1 1:35:50
Deficiente Visual
Masculino 1 1:45:45
Primeiro e segundo lugar

Primeiro e segundo lugar

Mais uma vez a bicicleta teve o menor tempo. O ciclista atleta mesmo tendo que parar para ajeitar a corrente da bicicleta e tendo errado o estacionamento da chegada ainda obteve o primeiro lugar. Dessa vez, os motoristas (e até os passageiros de ônibus) foram um pouco mais rápidos do que os pedestres. O tempo do cadeirante e deficiente visual é que realmente destoam. Bom, por enquanto temos apenas o tempo. Logo serão compilados os demais dados relativos a poluição, ruído, gastos e potencial destrutivo.

Equipe organizadora

Equipe organizadora

Várias outras cidades no Brasil irão realizar o desafio ainda esse mês. A próxima é o Rio de Janeiro que realizará o evento amanhã.

Dicas urbanas III

Muita coisa já foi dita e escrita a respeito de pedalar no trânsito, mas muitas dessas coisas não fazem sentido. Pode não ser um assunto divertido, mas é com certeza importante, e necessário, se você é um ciclista urbano e quer evitar acidentes.

O maior dos problemas é que a diferença entre bicicletas e veículos motorizados tem sido enfatizada além das proporções, ignorando o fato de que bicicletas e carros são ambos veículos com rodas, que seguem as mesmas leis da física, e são dirigidos por pessoas cujas mentes funcionam da mesma forma. Sempre que você se confronta com uma situação com a qual você não consegue lidar, pense o que você faria se você estivesse dirigindo um carro. Na maioria dos casos isso vai resolver seu problema de forma segura.

Os dois princípios básicos são: escolha ideal da sua posição e pensar antecipadamente.

Considere a peculiaridade dos outros atores do trânsito. Tenha em mente a imprevisibilidade dos pedestres, mas lembre-se de que outros ciclistas podem ser tão imprevisíveis quanto. Uma das causas para isso é o fato de o ciclismo ser considerado uma atividade esportiva ou de lazer, e não um modal de transporte.

Motoristas também não são isentos de culpa. O erro mais comum ao interagirem com ciclistas é pensarem nesses como objetos fixos. Uma vez que um motorista ultrapassou uma bicicleta, ele assume que ela desapareceu de vez, e não percebe que o ciclista ainda está lá, próximo a ele, ao seu lado ou logo atrás, e pedalando em uma velocidade que torna impossível desviar ou parar bruscamente. Lembre-se disso quando você for ultrapassado próximo a um cruzamento ou entrada de garagem à sua direita, pode ser que você leve uma fechada. Reduza sempre que houver o menor risco disso acontecer.

Texto retirado do livro “The bicycle commuting book”, escrito por Rob Van der Plas.

Australianos vão ao trabalho em comboio de bicicletas

Grupos em Sydney criam rotas e horários para ‘bike bus’ para deixar o carro em casa e reduzir emissões de gases estufa.

Publicado por Globo.com em 22 de junho de 2009

Um grupo de ciclistas australianos criou uma forma inusitada e ecológica de ir ao trabalho: um comboio de bicicletas.  O comboio recebeu o nome de bike bus (ou “ônibus de bicicletas”), pelo fato de o grupo adotar uma logística parecida ao do sistema de ônibus.  Os comboio seguem rotas fixas com paradas para “pegar passageiros” nos mesmo horários e locais diariamente na cidade de Sydney.

Ciclistas em comboio para o trabalho

Ciclistas em comboio para o trabalho

Os ciclistas consideram que pedalar juntos em um “bicicletaço” torna o percurso mais seguro, sobretudo em avenidas movimentadas no horário de pico.

O Departamento de Meio-Ambiente do país, que apoia e promove os bike buses, diz que cada motorista que deixa o carro em casa e pedala 10 km por dia para ir para o trabalho deixa de emitir mais de uma tonelada de carbono na atmosfera por ano.

A concentração dos gases que causam o efeito estufa na atmosfera é a principal causa apontada por cientistas do aquecimento global. A Austrália é o país com maior emissão per capita desses gases no mundo.

Boas razões
A fundadora do sistema, Fiona Campbell, disse à BBC Brasil que existem cerca de dez rotas de bike buses em Sydney no momento, cada uma composta por cerca de seis a 14 participantes ativos.

“E o número está sempre crescendo”, disse ela, que iniciou a ideia apenas com uma amiga em 2001. Por enquanto, os bike buses operam apenas no estado de Nova Gales do Sul. Fiona fornece uma aula rápida aos novatos, ensinando como pedalar com segurança no meio do tráfego. Todos usam coletes fluorescentes e capacetes. “Nossa mais recente ciclista tem mais de 50 anos.”

As rotas do bike bus são divididas em três velocidades para adaptar ciclistas com diferentes níveis. A expressa, de 25km/h, a intermediária, de 20km/h, e a social, de 15km/h. Andrew Frazer, que aderiu ao grupo há alguns meses, disse que cada um pedala por uma razão diferente.

“Além de não emitir gases ao meio ambiente, de ser gratuito e de sempre termos um assento garantido, é bom para a forma física, vida social, e é divertido e seguro”.

Ele garante que “até hoje nunca houve acidentes” e afirma que, em muitas ocasiões, é mais rápido chegar ao destino final pedalando que dirigindo um carro em uma congestionada avenida urbana.

Quem pedala pega mais ônibus e táxi

Mês passado  eu torci meu pé feio depois de um pisão em falso. Como ainda estava com o “corpo quente” e não estava sentindo muita dor, acabei voltando pra casa pedalando. No dia seguinte, tinha uma bola de tênis no lugar do meu tornozelo e eu não conseguia nem encostar o pé no chão. O jeito foi chamar um táxi e ir direto para o hospital.

Em situações como essa eu preciso encontrar um meio de transporte alternativo já que não tenho carro. Na maioria das vezes, o ônibus é a minha opção:

  • Quando tá caindo o maior toró e eu tenho que chegar seco.
  • Se for muito tarde e a distância a percorrer para ir e voltar for muito grande (tipo 25km).
  • Quando tem visita em casa e eles não são loucos suficientes para encarar a rua de bicicleta (como a minha mãe por exemplo).

Mas em algumas situações tem que ser táxi. Andar quase um quilômetro até a parada com o pé torcido não ia dar, por exemplo. Eventualmente minha esposa tem enxaquecas que merecem certa urgência.

Resumo da ópera. Depois que eu vendi meu carro, eu passei a usar o transporte público com uma frequência bem maior. Também pego carona de vez em quando e mais raramente até um táxi.

Incentivar um estilo de vida sem carro é benéfico para o transporte público.

Alguém pode perguntar: Mas se é pra gastar dinheiro, por que não fica logo com o carro mesmo?

Bom, essas são situações excepcionais e eu gasto em média R$40,00 por mês. Bem diferente dos R$600,00 que o carro custava. Sem contar que não preciso me preocupar com estacionamento, revisão, lavagem e ainda por cima tenho um espaço de garagem livre pra fazer o que eu quiser.

Ganhe dinheiro indo ao trabalho de bicicleta

Artigo publicado originalmente em inglês no site Commute by Bike.

Enquanto muitos de nós ficamos animados com a possibilidade de ganhar U$20,00 de dedução do imposto de renda (se um dia se materializar para o seu empregador), algumas comunidades já oferecem U$40,00 ou mais por mês em dinheiro para aqueles que vão ao trabalho de bicicleta.

Anna, escritora para o Blog The BikeSkirt

Anna, escritora para o Blog The BikeSkirt

Esta é a Anna de Birmingham, Alabama, que escreve para o the Bike Skirt Blog. Anna se enquandra nos perfil dos escolhidos pelo programa GetGreen CommuteSmart em sua cidade para receber U$2,00/dia em dinheiro. O GetGreen oferece aos ciclistas U$2,00 ao dia, e até U$120,00 em  um período de três meses para qualquer um que more ou trabalhe em Jefferson ou Shelby Counties, quando a pessoa muda seu meio de transporte de dirigir sozinho para qualquer alternativa de transporte qualificada. Elisa Munoz de Birmingham, outra blogueira do Bike Skirt, recebe o dinheiro e foi recentemente notícia no jornal local.

Trabalhadores em Greater Atlanta, Georgia tem o programa Cash for Commuters, que oferece U$3,00 por dia e até U$100,00 em um período de 90 dias para aqueles que trocarem o carro por uma forma de transporte limpo qualificado, incluindo a bicicleta. Trabalhadores de outras parte do estado também têm a oportunidade de ganhar até U$25,00 em cartões de presente por mês.

Que programas de incentivo financeiro existem na sua região?

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