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Debate na Reitoria

 

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Ciclecine 2012

PROGRAMAÇÃO

SEÇÃO 16h
tempo: 53 minutos

O Homem que Viveu em sua Bicicleta
Guillaume Blanchet
Tempo: 3’ | Ano: 2012

Sino Hino Parietal
Rimon Guimarães
Tempo: 2’45” | Ano: 2012

Bicicleta, minha primeira vez (Vélo, ma première fois)
Weverson da Silva
Tempo: 6′ | Ano: 2012

Blinded
Bárbara Bertoldi
Tempo: 1’51” | Ano: 2012

Caminho Deserto, Si Sa Ket
Pedro Giongo
Tempo: 7′ | Ano: 2012

Uma Volta no Parque
Rafael Urban
Tempo: 3’22’ | Ano: 2008

Retratos do Belém – A Trajetória de um Rio Urbano
Constance Pinheiro
Tempo: 2’14” | Ano: 2012

I Still Love You
Henrique Faria
Tempo: 5’30” | Ano: 2012

Respeite 1,5m
Kiwi Filmes
Tempo: 4’12” | Ano: 2012

O Plantador de Quiabos
Coletivo Santa Madeira
Tempo: 15′ | Ano: 2010

SEÇÃO 19h
tempo: 46minutos

O Homem que Viveu em sua Bicicleta
Guillaume Blanchet
Tempo: 3’ | Ano: 2012

Sino Hino Parietal
Rimon Guimarães
Tempo: 2’45” | Ano: 2012

Caminho Deserto, Si Sa Ket
Pedro Giongo
Tempo: 7′ | Ano: 2012

Retratos do Belém – A Trajetória de um Rio Urbano
Constance Pinheiro
Tempo: 2’14” | Ano: 2012

Bulgarian Bagpipe
Guts Forchange
Tempo: 2’45’’ | Ano: 2012

Pedalada de Los Muertos
Ata Hostin
Tempo: 4’10” | Ano: 2010

Blinded
Bárbara Bertoldi
Tempo: 1’51” | Ano: 2012

Bicicleta, minha primeira vez (Vélo, ma première fois)
Weverson da Silva
Tempo: 6′ | Ano: 2012

Respeite 1,5m
Kiwi Filmes
Tempo: 4’12” | Ano: 2012

Uma Volta no Parque
Rafael Urban
Tempo: 3’22’ | Ano: 2008

Um Dia
André Barroso
Tempo: 7’30” | Ano: 2012

SEÇÃO 20h
tempo: 60minutos

O Plantador de Quiabos
Coletivo Santa Madeira
Tempo: 15′ | Ano: 2010

I Still Love You
Henrique Faria
Tempo: 5’30” | Ano: 2012

Cicloativos
Solano Trento
Tempo: 14′ | Ano:2012

Oil Man e a Sociedade dos Homens Óleo
Giuliano Batista e Guilherme Biglia
Tempo: 25’ | Ano: 2012

Debate sobre mobilidade no III CEPIAL

Este mês vai ocorrer, aqui em Curitiba, o III Congresso de Cultura e Educação para Integração da América Latina. O evento vai do dia 15 ao dia 20 de julho. No segundo dia de CEPIAL (16 de julho) vai haver uma mesa redonda sobre o cicloativismo na América Latina:

MR.5.8 Construindo uma nova cultura de mobilidade urbana
EMENTA:
Relatar as experiências de Cicloativistas pioneiros e pesquisadores, debatendo como envolver a Academia e a sociedade visando uma transformação na cultura hegemônica de Mobilidade Urbana focada no automóvel que orientou o planejamento urbano das cidades Latino Americanas nas ultimas décadas, buscando ganhar espaço e respeito para Bicicleta como meio de transporte sustentável e socialmente inclusivo.
Coordenador: José Carlos Assunção Belotto – Universidade Federal do Paraná (UFPR – BRASIL)
Giselle Noceti Ammon Xavier: Universidade do estado de Santa Catarina – (UDESC -BRASIL)
Amarilis Horta Tricallotis: (BICICULTURA – CHILE)
Tiago Benicchio: (CICLO CIDADE – SP – BRASIL)
Jorge Brand: coordenador geral da Associação dos Ciclístas do Alto Iguaçú – (CICLOIGUAÇU – BRASIL)

Já tive a oportunidade de conhecer todas pessoalmente e além da importância do tema, são pessoas que valem a pena conhecer e descobrir mais a respeito.

Debate na OAB

Bike reporter Curitiba

Em outubro nós participamos do aniversário de 25 anos da Fundação SOS Mata Atlântica como Bike Reporter da exposição sua mata, sua casa. Segue abaixo o resultado do trabalho feito em parceria com o meu amigo Dago Schelin:


Bicicletaria Cultural


Rio Belém e o segundo rio mais morto do Brasil


Do meu lixo cuido eu

Os vídeos também foram publicados no blog da Fundação SOSMA.

Lançamento MOB11

Estética e política, portanto, são tomadas pelo debate trazido à tona por Mob 11 conjuntamente. Vivenciar a cidade de bicicleta é, a um só tempo, experiência política e estética, na medida em que o que está em jogo é um modo de perceber e vivenciar a Cidade fora do automóvel. Os iluministas talvez tenham projetado muito rapidamente para fora da urbes o núcleo da experiência livre do sujeito. Mas após o Iluminismo, Baudelaire e tantos outros souberam ver na cidade um locus privilegiado de nossa experiência ética, estética e política. Não vejo por que razão esta celebração da vida moderna como uma subjetividade expandida no espaço urbano não possa ser reativada. É simples e ao mesmo tempo parece impossível, como bem sabe quem já tentou largar um vício. Você, por exemplo, já pensou no que fazer para largar do carro?

(trecho do ensaio Metáforas Urbanas e Política, do filósofo Vinícius de Figueiredo)

O veículo fantástico – parte III

Um filme de Nicole Disante

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