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Runna Bike

Runna Bike

Runna Bike

Essa semana nós conversamos com os representantes da Runna Bike aqui no Brasil. Um modelo, ainda pouco conhecido dos brasileiros, utilizados pelos pequeninos que estão iniciando na bicicleta. Em vez de rodinhas, o equilíbrio é obtido com as próprias perninhas sem os pedais. Simplicidade é o princípio.

GTH: Desde quando o Runna Bike está disponível no mercado brasileiro?
Fernanda Bittencourt: Desde dezembro 2010

GTH: Como você conheceu a empresa que produz?
FB: O criador da marca Runna é da Nova Zelândia e o contato foi feito lá mesmo, pois morei lá 7 anos e antes de retornar ao Brasil nos encontramos e definimos as estratégias para introduzir as bicicletas de equilíbrio “balance bikes” no mercado brasileiro.

GTH: Como é trabalhar com eles?
FB: Bom!

GTH: Existem outros modelos disponíveis no exterior?
FB: Sim – as bicicletas de equilíbrio foram reinventadas há mais de 10 anos na Alemanha…

GTH: Por que você escolheu o Runna Bike?
FB: Pelo fato de estar na Nova Zelândia, país onde morei por longos anos e que mudou muito a minha vida – positivamente, é claro!

GTH: Para quem é recomendado?
FB: Crianças de 2 a 5 anos

GTH: Qual o retorno dos clientes?
FB: Maravilhoso – quem tem, sabe!

GTH: E o público geral?
FB: Cria muito interesse para todas as idades, não tem uma pessoa que não olhe – chama muito a atenção por ser de madeira e não possuir pedal!

GTH: O modelo tem tido bastante procura?
FB: Sim!

GTH: O que mais você gostaria de falar sobre esse modelo de bicicleta?
FB: Na Alemanha e Nova Zelândia as bicicletas de equilíbrio são as primeiras bicicletas de toda a criança – gostaria muito que o mesmo acontecesse aqui! Toda a criança merece ser estimulada positivamente – e a RUNNA e um excelente exemplo disto – desenvolve equilíbrio, coordenação motora e auto confiança.

GTH: Bom, essa é a opinião da empresária. E como é a vida pessoal da Fernanda? Você tem filhos?
FB: Sim, tenho um filho, Felipe, 3 anos

GTH: Ele usa o RB?
FB: Ahammmmmmmmm!!

GTH: O que ele acha?
FB: Não sai de casa sem ela!

GTH: Com que idade ele começou a usar?
FB: Desde 1 ano e 7 meses.

GTH: Ele demonstra interesse pelas bicicletas normais?
FB: Está querendo muito andar numa, pois o equilíbrio ele já tem!

GTH: Voce acredita que houve alguma influência do RB?
FB: Com certeza.

GTH: Algum acidente?
FB: Sim, todos tranquilos.

GTH: Além do Felipe, existe um outro ciclista inveterado na casa da Fernanda, o André, seu marido. Vamos conversar um pouco com ele também. André, quantos quilômetros você pedala em média por semana?
André Ribeiro: No meu treino, eu faço em torno de 100 km.

GTH: Então você pedala por esporte? Onde você treina? Que tipo de prova você participa?
AR: Sim, triatlon. Eu costumo pedalar na estrada 277.

GTH: E as demais pessoas da sua casa, pedalam assim também?
AR: Os outros apenas por lazer

GTH: O que acha da infraestrutura cicloviária de Curitiba?
AR: Apesar de Curitiba ter várias ciclovias, por onde gostaríamos de andar (nosso bairro) elas não existem!

GTH: O que deveria mudar?
AR: Muita coisa…com certeza mais ciclovias e segurança no trânsito ajudariam bastante inicialmente…

GTH: O que pode ser feito para melhorar?
AR: Acho que a cultura da bike deve ser algo introduzido desde muito cedo…para crianças…nas escolas e em casa. Exemplo disto na Nova Zelândia a maioria das crianças vão à escola de bicicleta, usam o capacete incondicionalmente…Quanto mais pessoas aderirem a bicicleta como meio de transporte, mais fácil será pontuar o que precisa ser feito e enfim, fazer!


É isso, fica aqui um vídeo da Runna Bike e em breve um pouco mais sobre a opinião dos pimpolhos.

4 Respostas

  1. Quero saber quanto vai custar…😉

  2. Muito legal! A nossa filha Clara usou dos 3 e meio aos 5 e a ao subir na bike sem rodinha saiu pedalando. Lindo de ver! Hoje a Talita com 2 e meio já curte a “like a bike” dela. Ainda no comecinho, vai caminhando, mas logo pega o jeito e vruuuummmm! Valeu a matéria. Canso se falar para os pais que encontram a Clara (agora com 6 anos) sem rodinha e fazem algum comentário de como ela anda bem. No Brasil quase não se conhece essa modalidade de bike. A rodinha atrapalha muito e o equilibrio para qualquer criança é algo que deve ser exercitado desde pequeno. Gera auto confiança.
    Um abraço,
    Gabi.

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