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Um relato sobre o Vale Europeu – parte II de III

Na primeira parte teve a chegada e os quatro primeiros dias do circuito. Vamos ver agora como foi o resto da pedalada.


Dia 5 (17/02/2011) – Dr. Pedrinho > Alto Cedro (40 km)
Esse dia também foi complicado, é o trecho mais isolado. As condições das estradas e algumas subidas (pouco íngremes, porém longas) tornaram a pedalada bem cansativa. Nesse trajeto havia também muitas áreas de plantação de eucalipto e pinheiros. Nenhum comércio e poucas casas.

Neste trecho há a cachoeira Véu da Noiva, que nos tomou um tempo já que são 20 minutos de caminhada pela mata, e quando chegamos a cachoeira tava mais parecendo a Fúria da Noiva, não conseguimos chegar perto, nem pensar de sair da passarela, o volume de água estava muito grande. Neste dia também há dois ribeirões que se deve atravessar, e algumas porteiras. Iríamos ficar hospedados com os Duwe, na verdade conseguimos marcar com eles só no dia anterior, uma vez que o telefone deles não estava funcionando. Se isto acontecer você pode deixar recado com a Dona Ilda do Hotel Negerbon (Em Dr. Pedrinho).

Ligação ruim entendemos mais ou menos como chegar lá, sabíamos que tinha dois caminhos e um deles tinha 7,5 km a mais se não cruzasse a barragem de barco. A barragem tem uma paisagem muito bonita. Para chegar à pousada do Sr. Raulino, há um portão com uma bicicleta um pouco antes do final do trajeto, Sr. Raulino estará esperando uns 100 metros na frente e, por isso é importante avisar que horas pretende chegar. Ele ficará esperando e diz nunca ter falhado com ninguém. Conseguimos uma façanha única, acho que ele não esquecerá de gente tão cedo. Com uma bike já no barco o barco quis virar e o Sr. Raulino foi pra água. Mas depois a travessia foi tranquila.

Dia 6 (18/02/2011) – Alto Cedro > Palmeiras (41 km)
Esse dia foi mais ou menos. Sr. Raulino fez a travessia, numa manhã que estava linda. No primeiro quilômetro o pneu de uma das bikes furou, voltamos um trecho até achar uma casa, precisamos de uma bombinha de ar (perdemos a nossa no primeiro dia – não levem a bombinha no quadro da bike!). Encontramos e acabamos perdendo uma hora. A estrada melhorou, mas com muitos trechos de subidas (até metade do percurso). Muito cuidado ao chegarem em um trecho que a estrada passa por dentro de uma fazenda com ovelhas. Como havia uma paisagem muito bonita, paramos para tirar algumas fotos mas fomos surpreendidos por dois cachorros grandes e tivemos que sair às pressas… Por sorte, eles avançaram mas não conseguiram morder. Foi neste trecho que uma das bikes começou a dar problemas, pedalava mas não girava, funcionava as vezes, por sorte já estávamos nos trechos com descidas e deu pra chegar em Palmeiras.

Dia (19/02/2011) – Palmeiras > Timbó (53 km)
Trajeto tranquilo, mas o mesmo pneu que havia furado no dia anterior estava murcho pela manhã, enchemos um pouco e andamos uns 2 km, não teve jeito, tivemos que parar para trocar, estávamos perto de uma borracharia, e uma mulher acabou encontrando o que estava furando as câmaras, um arame minúsculo. Trocamos a câmara novamente enchemos com uma bombinha que havíamos comprado na pousada do Faustino (tem um mercadinho e restaurante em baixo) e seguimos. Estrada boa com pequenas subidas no início e muita descida no final, descida bem extensa e íngreme, aqui foram uns 10 km só descendo. No fim tem uma ponte, ótimo lugar para tirar fotos. Como uma das bikes estava com a catraca falhando, depois da ponte ela não funcionou mais, tivemos que optar pelo desvio. No quilometro 24,6 tem a orientação de seguir a direita (para Benedito Novo), mas nós continuamos em direção a Rio dos Cedros e acabamos cometendo um erro. Depois de um pouco mais de 3 km deveríamos ter seguido a direita em um ponto de ônibus, mas continuamos reto, num trecho que começou a ficar familiar, setas amarelas novamente, muito estranho, até reconhecemos o trecho na curva para o Rio Ada, aquela do primeiro dia. Quase “Game Over” para nós, era meio dia, sol muito forte, uma das bikes já era. Ali um rapaz fez uma ligação para a Loja Demarchi (47 3386-1303) de Rio dos Cedros, que veio nos socorrer, arrumamos a bike e seguimos de lá para Timbó mais 10 km. Enfim terminamos o circuito voltamos a ficar no Timbó Park, almoçamos enfim truta no próprio restaurante Thapyoka (que estava ótima) onde pegamos nosso certificado de participação.

Esse é o fim do relato. Na última parte vão algumas dicas para os interessados em fazer o Circuito.

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