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Um relato sobre o Vale Europeu – parte I de III

Dois grande amigos, o Alexandre e a Daiane, fizeram o circuito completo há alguns dias atrás, no final de fevereiro.  E o casal gostaria de compartilhar a experiência conosco. Aí vai, espero que gostem e sirva de inspiração para quem deseja se aventurar nas cicloviagens.


Do dia 13/02 ao dia 20/02, eu (Alexandre) e minha esposa (Daiane) nos aventuramos no Circuito do Vale Europeu, mesmo cientes dos problemas que poderíamos enfrentar, devido às fortes chuvas que estavam caindo na região. No final das contas, até que a chuva não atrapalhou e as estradas estavam, no geral, em boas condições.

Foi informado que o circuito existe há quatro anos, e que aproximadamente cinco mil pessoas já o fizeram. Possui um total de 300 km e recomenda-se fazer em sete dias. Também há opção para mochileiros com um percurso de 200 km em nove dias. Bom, a maioria das informações sobre o circuito pode ser encontrada no site.

No primeiro dia chegamos a Timbó, era um sábado à tarde, e começaríamos a fazer o circuito no domingo cedo. Pegamos os passaportes no restaurante Thapyoka, R$10,00 cada. O restaurante nos surpreendeu, pois é muito bem localizado, tem uma bela ponte ao seu lado e a noite fica mais bonita.

Restaurante Thapyoka

Restaurante Thapyoka

No circuito, optamos por fazer o seguinte itinerário:

Dia 1 (13/02/2011) – Timbó > Pomerode (45 km)
Trajeto tranqüilo, com exceção da subida do rio Ada, que inclusive está em vermelho no mapa. Fizemos o percurso em 5 horas, pois fizemos uma parada já em Pomerode para tomar um suco e dar uma descansada. Trajeto bem sinalizado. Chegando ao fim do percurso ainda tínhamos mais 5 km até a pousada Max, um pouco fora do trajeto, mas a pousada fica perto de restaurantes típicos e tem um bom comercio perto.

Dia 2 (14/02/2011) – Pomerode > Indaial > Rodeio (69 km)
Este era um dos dias mais temidos porque emendamos dois trajetos de uma vez, pretendíamos ficar no Campo do Zinco no dia seguinte. O primeiro trajeto foi tranquilo, apesar da chuva o dia inteiro. Fizemos uma parada em Indaial para almoçar, trocar as pastilhas de freio das bikes e tirar algumas fotos. O rio estava extremamente cheio, mais um pouco talvez não passasse, mas isto nos rendeu paisagens únicas. O segundo percurso é o mais tranquilo do circuito são somente 26,9 km e sem subidas. Saímos de Pomerode às 08:30hs e chegamos em Rodeio às 18:00hs, onde fomos recebidos pela Dona Irene e Sr. Dandy, que são simpaticíssimos. Aqui tivemos uma decepção como era uma segunda-feira o tal Vale das Trutas não estava aberto. Então se quiser comer num rodízio de trutas não chegue a Rodeio na segunda-feira.

Dia 3 (15/02/2011) – Rodeio > Campo do Zinco (26 km)
Esse dia foi complicado apesar do trajeto curto. Nele tivemos que superar duas árduas subidas: A do Morro do Ipiranga (8,5km de subida) e do Campo do Zinco (2 km). O começo da subida do Morro do Ipiranga é bem interessante. Existem várias estátuas de anjos e até uma réplica menor do Cristo. Paramos algumas vezes para tirar fotos, o que tornou o início da subida mais ameno. O final desse morro é bem difícil com trechos muito íngremes. Tivemos que empurrar as bikes muitas vezes nesse dia. No final do dia vale a pena o esforço, com a fantástica paisagem que se tem do alto do morro do Ipiranga e do Campo do Zinco e das lindas cachoeiras. No início deste dia tem uma vinícola no caminho, San Michele, onde paramos pra degustar alguns vinhos e carimbar o passaporte. Acabamos comprando um vinho para brindar a noite pelo fim do trajeto!

Dia 4 (16/02/2011) – Campo do Zinco > Dr. Pedrinho (33 km)
Trajeto tranquilo, mas em alguns pontos foi um pouco chato por causa do barro. Pegamos muitos trechos com barro nesse dia, o que dificultou a pedalada.

No próximo post tem mais…

3 Respostas

  1. Alguém sabe onde consigo um guia, impresso ou pdf, para este circuito no mesmo estilo do circuito Costa Verde ?

  2. Boa viagem, é dar experiência incrível

  3. Olá amigos, VOu fazer o Vale em Janeiro e seu relato me ajuda e estimula bastante. Nao vejo a hora de começar.
    Parabens pela viagem e pelo bom texto.
    Abraço, Diogo

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