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Designers húngaros apresentam a bicicleta de cordas

Sistema de cordas

Sistema de cordas

Designers de bicicleta da Hungria revelaram a Stringbike em Pádua, Itália, um projeto da bicicleta que substitui a corrente comum por um fio e um sistema de polias. Embora possa parecer uma resposta complicada para um problema inexistente, os criadores húngaros garantem que seu sistema simétrico oferece um nível extra de conforto e eficiência.

Uma bicicleta típica tem, obviamente, a corrente e engrenagens em apenas um lado da bici. Os criadores da Stringbike, da empresa Schwinn Csepel Zrt, escrevem que “a assimetria tem sido a fonte de muitos problemas”. No entanto, com exceção das quedas da corrente e as calças sujas de graxa, eles são problemas “imperceptíveis”, até experimentar um sistema simétrico em primeira mão.

A mecânica do novo projeto é consideravelmente mais complicada do que a corrente tradicional, e talvez seja melhor deixar a explicação para o vídeo abaixo. Em termos mais básicos, o movimento do pedal impulsiona um braço oscilante que se move sobre o próprio eixo, puxando um cabo tensionado em torno de um sistema de polias. Com cada impulso, a tarefa é trocado do lado esquerdo para o direito.

O Stringbike oferece até algumas vantagens extra sobre o seu antecessor movido a corrente. O sistema de pedal pode ser substituído por discos diferentes para fins distintos, por exemplo. Corrida e turismo podem usar diferentes peças de tamanho e forma, para alterar o comportamento e função. Além disso, a roda traseira pode ser removida em segundos, facilitando o transporte.

Também não precisa de qualquer tipo de graxa ou óleo, mas não parece que você vai ser capaz de consertá-lo tão facilmente quanto uma corrente engatada. O site oficial menciona que, se não for possível levá-la a um local de serviço adequado, você pode consertar sua Stringbike em casa. Contudo, presumivelmente essa seria a menor das suas preocupações se um fio de metal em alta velocidade pulasse fora do pistão ao lado de sua perna. Ui !!

Publicado originalmente em inglês na Wired por Mark Brown.

Uma resposta

  1. Muito interessante o mecanísmo, principalmente pelo fato de a “troca de marcha” não ser escalonada como numa bike qualquer, mas contínua como num CVT. Isso abre caminho para bikes com “câmbio automático”.
    O problema é que em todos os vídeos, a pedalada não parece muito constante, parece até um pouco truncada.

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