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Pedal no litoral

O roteiro passa pelas praias de: Itapirubá, Ribanceira e Ibiraquera (Imbituba), Rosa, Ouvidor, Barra, Ferrugem e Siriú (Garopaba), Guarda do Embaú, Pinheira e Sonho (Palhoça). Da praia do Sonho atravessamos de barco para a Ilha, ao largo da Fortaleza de Araçatuba e das praias do Sul.

Além disto conhecemos várias iniciativas de cunho cultural e sócio-ambiental, como o Projeto Baleia Franca, o Museu da Baleia, o Projeto Ambiental Gaia Village e o Engenho Artesanal das 3 Irmãs.


Mais informações:

Gondwana Brasil Ecoturismo
Fone/fax: 3566-6339
E-mail: contato@gondwanabrasil.com.br

Oficina: Viajar de bicicleta

Um relato sobre o Vale Europeu – parte III de III

Os sete dias do percurso foram contados na primeira e segunda partes. Abaixo seguem algumas dicas para quem vai se aventurar no circuito:

Transporte
Se for de ônibus, aconselho chegar 30 minutos antes na rodoviária para desmontar a bike (pelo menos tirar os pneus). Eu e minha esposa chegamos em cima da hora e não conseguimos desmontar as bikes. Se não houvesse um bagageiro livre no ônibus, ficaríamos para trás. Por sorte, havia. Não cobraram nenhuma taxa por bagagem excedente, mas estávamos preparados para pagar, já que isso nos foi informado no momento da compra das passagens. Não pediram para embalar as bikes, nem na ida nem na volta.

Hotéis/Pousadas
Gostamos dos Hotéis/Pousadas que ficamos no circuito. Achei o preço justo/razoável para a maioria deles. Ficamos nos seguintes hotéis:

  • Timbó: Ficamos no Timbó Park Hotel. Atendimento muito bom, quartos confortáveis e tem piscina no hotel. O café é bem completo. Excelente opção principalmente para os que querem dar uma relaxada depois do último dia do circuito (que foi o nosso caso).
  • Pomerode: Pousada Max. É uma pousada simples, porém os quartos têm ar condicionado. É bem localizado e fica perto de uma padaria muito boa e de restaurantes típicos (culinária alemã). Fomos bem atendidos.
  • Rodeio: Cama e Café Stolf. É na verdade uma casa que disponibiliza uma parte para o pessoal dormir e inclui café da manhã. Fomos muito bem recebidos pelo casal Stolf. Eles são muito simpáticos e nos ajudaram bastante, já que esse foi o dia da chuva e chegamos ensopados!
  • Campo do Zinco. Visitar a cachoeira é um opcional, mas em outros depoimentos recomendavam o lugar e nós também, ficamos na pousada e conhecemos o Sr. Egon e Dona Margarethe, que são simpaticíssimos. Sr. Egon adora fotos e fez lindas fotografias para nós. Não podemos deixar de comentar que a pousada é mimo só, decoração bem aconchegante. Ótimas refeições!
  • Dr. Pedrinho: Hotel Negerbon. Hotel bem simples, mas em baixo tem uma locadora de filmes, Lan house e restaurante. Dona Ilda salvou nossa janta, uma vez que em na cidade não tem muita opção, ela fez um arroz com feijão, frango, batata frita e salada para nós.
  • Alto Cedro: Raulino e Isolde Duwe. O portão com a bike é o ponto de referencia para encontrar Seu Raulino, depois da travessia de barco ele nos acomodou em uma casa, mas para janta e café da manhã fomos até a casa da família. O casal é muito simpático.
  • Palmeiras: Pousada do Faustino (mudou de nome recentemente). Quarto bem simples, e abaixo da pousada tem um mercadinho e um restaurante, onde tivemos uma boa refeição. O lugar fica em frente à placa do fim do 6º dia.

Manutenção da bike
Ir preparado para alguma manutenção/limpeza rápida na bicicleta: bomba de ar, câmara de ar reserva, chaves para trocar pneus, pastilhas de freio, óleo. No trajeto Pomerode->Indaial->Rodeio (segundo dia), tivemos problemas com as pastilhas de freio. As duas bikes ficaram sem freio chegando a Indaial, acho que foi a chuva que acentuou o desgaste dos freios (choveu o dia inteiro!).

Ainda bem que chegamos a Indaial em dia de semana (segunda-feira) e fizemos a troca das pastilhas numa oficina de bicicleta (logo após a ponte dos arcos). No primeiro dia, trajeto Timbó->Pomerode, nós perdemos a bomba de ar. Ela ficava presa na lateral da bike com aqueles prendedores básicos. Então, se for levar a bomba de encher pneu na lateral da bike, assegure-se de que ela esteja bem presa. Mais imprevistos nos últimos dois dias (Alto Cedro-> Palmeiras e Palmeiras->Timbó). O pneu de uma das bikes furou nesses dois dias, mas efetuamos a troca sem maiores problemas, já que tínhamos o necessário. Em dois dias tivemos que lavar as bikes por causa do barro nas correntes. Então, óleo foi essencial para não enferrujar as correntes e mantê-las em pleno funcionamento.

Alimentação
É sempre bom levar um lanchinho durante o circuito. Embora ache que esse assunto seja um pouco relativo, ou seja, depende da fome de cada um, mesmo assim vou dar minha opinião. Não sentimos muita fome durante o período de pedaladas, então, na maioria dos dias o lanchinho não foi tão importante. Mas em dois dias o lanche foi essencial, devido às condições dos trajetos: Dr. Pedrinho -> Alto Cedro e de Alto Cedro -> Palmeiras. Esses são os dias onde você não encontra lanchonetes nem vilarejos no trajeto. São os dias em que pegamos estradas em piores condições, estradas acidentadas, com pedras e lama, o que tornou a pedalada mais pesada e lenta.

Precisa comprar lanche para levar? A resposta é não. Nos cafés da manhã dos hotéis/pousadas é possível preparar um lanche para levar. Inclusive, o Sr. Raulino do Alto Cedro tomou iniciativa e já foi oferecendo lanche para levar. É claro que não negamos!

Vestuário
O único vestuário específico de bike que levamos foi a bermuda acolchoada. Ficar muito tempo em cima da bike não é tão simples, ainda mais para quem não está acostumado a longos trajetos, que é o nosso caso. Levamos também capa de chuva que foi importante nos primeiros dias. No mais, roupas leves para evitar peso e volume da bagagem. Uma dica que eu posso dar é que leve a roupa dentro de saquinhos dentro da mochila. Em dias de muita chuva, como o que pegamos no segundo dia (Pomerode – Indaial – Rodeio), acabou entrando um pouco de água e deixou algumas peças de roupa molhadas. Mas nada que não desse para secar de um dia para o outro.

Isso aconteceu principalmente porque levamos nossa bagagem em mochilas e usamos capa para protegê-las da chuva. Porém, não foi qualquer chuva. Como pegamos um dia inteiro de chuva, essa capa em alguns pontos acabou desgastando (ou furando pela ponta do elástico que usamos para prendê-las na bicicleta) e acabou entrando água.

Dinheiro
Na parte baixa do circuito (primeiros 3 dias), é fácil encontrar bancos e terminais de auto atendimento para sacar dinheiro (ou até mesmo pagar as compras no cartão). Mas nos últimos dias não. Então, vá preparado para pagar tudo em dinheiro nos últimos 4 dias do circuito.

Roteiro
Siga as setas amarelas, somente no primeiro dia ficamos nos orientando pelo guia, as setas estão por todo o caminho (em placas exclusivas do circuito ou em postes), desconfie se demorar muito para aparecer alguma. Confira no odômetro da bike se a quilometragem está de acordo com a do mapa. Às vezes o trecho parece estranho, mas sempre aparecia uma seta para confirmar o caminho. Muita atenção pois existem dois roteiros diferentes, um para mochileiros e outro para ciclistas. O de mochileiro fica sinalizado em setas brancas, enquanto o de ciclistas fica sinalizado em setas amarelas.

Conclusões
Foi nossa primeira viagem de bicicleta e adoramos. É uma experiência fantástica essa de pedalar no meio de toda essa natureza e o contato com paisagens tão bonitas. Estamos ainda iniciando no mundo do cicloturismo e, pelo jeito, começamos bem! Escolhemos um circuito bem organizado e longo o suficiente para pegar uma boa experiência. Pretendemos voltar em breve ao Circuito do Vale Europeu e já estamos planejando o próximo ainda para esse ano: Circuito Costa Verde Mar.


Obrigado Alexandre e Daiane pelo depoimento, realmente motivador. Boas pedaladas para vocês!

Um relato sobre o Vale Europeu – parte II de III

Na primeira parte teve a chegada e os quatro primeiros dias do circuito. Vamos ver agora como foi o resto da pedalada.


Dia 5 (17/02/2011) – Dr. Pedrinho > Alto Cedro (40 km)
Esse dia também foi complicado, é o trecho mais isolado. As condições das estradas e algumas subidas (pouco íngremes, porém longas) tornaram a pedalada bem cansativa. Nesse trajeto havia também muitas áreas de plantação de eucalipto e pinheiros. Nenhum comércio e poucas casas.

Neste trecho há a cachoeira Véu da Noiva, que nos tomou um tempo já que são 20 minutos de caminhada pela mata, e quando chegamos a cachoeira tava mais parecendo a Fúria da Noiva, não conseguimos chegar perto, nem pensar de sair da passarela, o volume de água estava muito grande. Neste dia também há dois ribeirões que se deve atravessar, e algumas porteiras. Iríamos ficar hospedados com os Duwe, na verdade conseguimos marcar com eles só no dia anterior, uma vez que o telefone deles não estava funcionando. Se isto acontecer você pode deixar recado com a Dona Ilda do Hotel Negerbon (Em Dr. Pedrinho).

Ligação ruim entendemos mais ou menos como chegar lá, sabíamos que tinha dois caminhos e um deles tinha 7,5 km a mais se não cruzasse a barragem de barco. A barragem tem uma paisagem muito bonita. Para chegar à pousada do Sr. Raulino, há um portão com uma bicicleta um pouco antes do final do trajeto, Sr. Raulino estará esperando uns 100 metros na frente e, por isso é importante avisar que horas pretende chegar. Ele ficará esperando e diz nunca ter falhado com ninguém. Conseguimos uma façanha única, acho que ele não esquecerá de gente tão cedo. Com uma bike já no barco o barco quis virar e o Sr. Raulino foi pra água. Mas depois a travessia foi tranquila.

Dia 6 (18/02/2011) – Alto Cedro > Palmeiras (41 km)
Esse dia foi mais ou menos. Sr. Raulino fez a travessia, numa manhã que estava linda. No primeiro quilômetro o pneu de uma das bikes furou, voltamos um trecho até achar uma casa, precisamos de uma bombinha de ar (perdemos a nossa no primeiro dia – não levem a bombinha no quadro da bike!). Encontramos e acabamos perdendo uma hora. A estrada melhorou, mas com muitos trechos de subidas (até metade do percurso). Muito cuidado ao chegarem em um trecho que a estrada passa por dentro de uma fazenda com ovelhas. Como havia uma paisagem muito bonita, paramos para tirar algumas fotos mas fomos surpreendidos por dois cachorros grandes e tivemos que sair às pressas… Por sorte, eles avançaram mas não conseguiram morder. Foi neste trecho que uma das bikes começou a dar problemas, pedalava mas não girava, funcionava as vezes, por sorte já estávamos nos trechos com descidas e deu pra chegar em Palmeiras.

Dia (19/02/2011) – Palmeiras > Timbó (53 km)
Trajeto tranquilo, mas o mesmo pneu que havia furado no dia anterior estava murcho pela manhã, enchemos um pouco e andamos uns 2 km, não teve jeito, tivemos que parar para trocar, estávamos perto de uma borracharia, e uma mulher acabou encontrando o que estava furando as câmaras, um arame minúsculo. Trocamos a câmara novamente enchemos com uma bombinha que havíamos comprado na pousada do Faustino (tem um mercadinho e restaurante em baixo) e seguimos. Estrada boa com pequenas subidas no início e muita descida no final, descida bem extensa e íngreme, aqui foram uns 10 km só descendo. No fim tem uma ponte, ótimo lugar para tirar fotos. Como uma das bikes estava com a catraca falhando, depois da ponte ela não funcionou mais, tivemos que optar pelo desvio. No quilometro 24,6 tem a orientação de seguir a direita (para Benedito Novo), mas nós continuamos em direção a Rio dos Cedros e acabamos cometendo um erro. Depois de um pouco mais de 3 km deveríamos ter seguido a direita em um ponto de ônibus, mas continuamos reto, num trecho que começou a ficar familiar, setas amarelas novamente, muito estranho, até reconhecemos o trecho na curva para o Rio Ada, aquela do primeiro dia. Quase “Game Over” para nós, era meio dia, sol muito forte, uma das bikes já era. Ali um rapaz fez uma ligação para a Loja Demarchi (47 3386-1303) de Rio dos Cedros, que veio nos socorrer, arrumamos a bike e seguimos de lá para Timbó mais 10 km. Enfim terminamos o circuito voltamos a ficar no Timbó Park, almoçamos enfim truta no próprio restaurante Thapyoka (que estava ótima) onde pegamos nosso certificado de participação.

Esse é o fim do relato. Na última parte vão algumas dicas para os interessados em fazer o Circuito.

Um relato sobre o Vale Europeu – parte I de III

Dois grande amigos, o Alexandre e a Daiane, fizeram o circuito completo há alguns dias atrás, no final de fevereiro.  E o casal gostaria de compartilhar a experiência conosco. Aí vai, espero que gostem e sirva de inspiração para quem deseja se aventurar nas cicloviagens.


Do dia 13/02 ao dia 20/02, eu (Alexandre) e minha esposa (Daiane) nos aventuramos no Circuito do Vale Europeu, mesmo cientes dos problemas que poderíamos enfrentar, devido às fortes chuvas que estavam caindo na região. No final das contas, até que a chuva não atrapalhou e as estradas estavam, no geral, em boas condições.

Foi informado que o circuito existe há quatro anos, e que aproximadamente cinco mil pessoas já o fizeram. Possui um total de 300 km e recomenda-se fazer em sete dias. Também há opção para mochileiros com um percurso de 200 km em nove dias. Bom, a maioria das informações sobre o circuito pode ser encontrada no site.

No primeiro dia chegamos a Timbó, era um sábado à tarde, e começaríamos a fazer o circuito no domingo cedo. Pegamos os passaportes no restaurante Thapyoka, R$10,00 cada. O restaurante nos surpreendeu, pois é muito bem localizado, tem uma bela ponte ao seu lado e a noite fica mais bonita.

Restaurante Thapyoka

Restaurante Thapyoka

No circuito, optamos por fazer o seguinte itinerário:

Dia 1 (13/02/2011) – Timbó > Pomerode (45 km)
Trajeto tranqüilo, com exceção da subida do rio Ada, que inclusive está em vermelho no mapa. Fizemos o percurso em 5 horas, pois fizemos uma parada já em Pomerode para tomar um suco e dar uma descansada. Trajeto bem sinalizado. Chegando ao fim do percurso ainda tínhamos mais 5 km até a pousada Max, um pouco fora do trajeto, mas a pousada fica perto de restaurantes típicos e tem um bom comercio perto.

Dia 2 (14/02/2011) – Pomerode > Indaial > Rodeio (69 km)
Este era um dos dias mais temidos porque emendamos dois trajetos de uma vez, pretendíamos ficar no Campo do Zinco no dia seguinte. O primeiro trajeto foi tranquilo, apesar da chuva o dia inteiro. Fizemos uma parada em Indaial para almoçar, trocar as pastilhas de freio das bikes e tirar algumas fotos. O rio estava extremamente cheio, mais um pouco talvez não passasse, mas isto nos rendeu paisagens únicas. O segundo percurso é o mais tranquilo do circuito são somente 26,9 km e sem subidas. Saímos de Pomerode às 08:30hs e chegamos em Rodeio às 18:00hs, onde fomos recebidos pela Dona Irene e Sr. Dandy, que são simpaticíssimos. Aqui tivemos uma decepção como era uma segunda-feira o tal Vale das Trutas não estava aberto. Então se quiser comer num rodízio de trutas não chegue a Rodeio na segunda-feira.

Dia 3 (15/02/2011) – Rodeio > Campo do Zinco (26 km)
Esse dia foi complicado apesar do trajeto curto. Nele tivemos que superar duas árduas subidas: A do Morro do Ipiranga (8,5km de subida) e do Campo do Zinco (2 km). O começo da subida do Morro do Ipiranga é bem interessante. Existem várias estátuas de anjos e até uma réplica menor do Cristo. Paramos algumas vezes para tirar fotos, o que tornou o início da subida mais ameno. O final desse morro é bem difícil com trechos muito íngremes. Tivemos que empurrar as bikes muitas vezes nesse dia. No final do dia vale a pena o esforço, com a fantástica paisagem que se tem do alto do morro do Ipiranga e do Campo do Zinco e das lindas cachoeiras. No início deste dia tem uma vinícola no caminho, San Michele, onde paramos pra degustar alguns vinhos e carimbar o passaporte. Acabamos comprando um vinho para brindar a noite pelo fim do trajeto!

Dia 4 (16/02/2011) – Campo do Zinco > Dr. Pedrinho (33 km)
Trajeto tranquilo, mas em alguns pontos foi um pouco chato por causa do barro. Pegamos muitos trechos com barro nesse dia, o que dificultou a pedalada.

No próximo post tem mais…

Lançamento do guia de cicloturismo do Paraná

Este ano os cicloturistas, em especial os residentes no Paraná, recebem um grande presente: o Guia de Cicloturismo – Paraná I, escrito por Antonio Olinto e Rafaela Asprino.

No livro estão mapeados mais de 1.100 km de rotas, em 18 municípios, incluindo um roteiro urbano dentro de Curitiba.

A KuritBike está promovendo, com o apoio da Unilivre, o lançamento  do Guia aqui em Curitiba. Os autores vão realizar uma palestra com exibição de imagens e vídeos do DVD que acompanha o livro.

Além da palestra acontecerá um Bike Tour saindo do Passeio Público até a Unilivre.

Velotour 2011

O Velotour está na sua quarta edição e já está virando tradição. Realizado sempre junto ao carnaval, percorrendo o Circuito do Vale Europeu, um dos mais procurados roteiros de cicloturismo do país. Ele é basicamente um grande ponto de encontro de ciclistas.

Tanto o roteiro, quanto o evento são inteiramente gratuitos. Não é preciso pagar nada para fazer o circuito, nem para participar do Velotour. Mas a estrutura criada no circuito é fundamental para incentivar o turismo saudável e o Velotour é uma excelente oportunidade para conhecer outros viajantes, trocar experiências e apoiar uns aos outros durante o trajeto.

Apesar de algumas facilidades, a proposta é simular uma cicloviagem real, portanto cada participante é autônomo. Ou seja, cada um é responsável por todos os elementos da sua própria viagem como hospedagem, alimentação, bicicleta, bagagem e demais equipamentos.

Para informações mais detalhadas, visite o site do Clube de Cicloturismo.

Viajar com bicicleta no ônibus vai ser legalizado?

Ainda no clima do cicloturismo, uma notícia para os viajantes. Na sexta-feira retrasada, o projeto de Lei PL-6824/2010 que regulamenta o transporte de bicicleta em viagens de ônibus  foi submetida a votação na Câmara dos Deputados.

A seguir o voto do relator:

A proposição em pauta equaciona devidamente o transporte de bicicletas em ônibus que realizam viagens interestaduais e internacionais. Em primeiro lugar, porque passa a equiparar uma bicicleta a uma bagagem pessoal do passageiro. Em segundo lugar, para não sobrecarregar a transportadora, limitando o embarque de apenas uma bicicleta por passageiro, sem a necessidade de apresentação de nota fiscal.

Desse modo, a bicicleta a embarcar passa a ser considerada como um objeto de uso pessoal indispensável, seja para o deslocamento diário ao trabalho, seja para a prática desportiva ou de lazer.

Essas determinações são oportunas na medida em que o uso da bicicleta é hoje estimulado como um meio de se alcançar a mobilidade e a acessibilidade urbana, de forma a se reduzir a utilização pessoal e veículos automotores, que causam danos ao meio ambiente.

Abrindo uma nova perspectiva para facilitar o emprego da bicicleta em viagens de trabalho, turísticas ou para a participação em competições desportivas, sem ônus para os interessados ou para os transportadores, a proposição sob análise também coopera com a mplantação dos conceitos e princípios que promovem a mobilidade urbana política e ambientalmente correta.

Por todos esses aspectos, somos pela aprovação do PL nº 6.824, de 2010.

Mesmo com a aprovação, o projeto de lei ainda precisa passar por mais algumas etapas antes de entrar em vigência. Quem quiser pode acompanhar os trâmites.

Manual de Cicloturismo

Repassando a notícia do Bici-SC. Foi lançado um manual que traz instruções básicas para todo o processo, desde a concepção até a divulgação e a gestão de um circuito cicloturístico, o qual demanda baixo investimento financeiro público e privado, mas com bons retornos em médio prazo.

O Manual de Circuitos de Cicloturismo pode ser baixado diretamente neste endereço. Ele é resultado de uma iniciativa conjunta das seguintes organizações:
Atualmente, são os seguintes os Circuitos de Cicloturismo brasileiros:

Curitiba > Morretes

Agora no comecinho do ano, Eduardo (meu irmão) e Tássia (a sua respectiva) resolveram aproveitar o verão e deram um pulinho até Morretes.

O relato deles está num blog que eles criaram recentemente, o Vida mais saudável.

É bastante inspirador, além de um excelente guia para quem quiser se aventurar pela primeira vez num pedal um pouco mais longo.

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